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quarta-feira, 28 de abril de 2010

O que se ouve em Marte #19


É um dos álbuns mais entusiasmantes dos últimos tempos. O canadiano Daniel Victor Snaith, conhecido por Caribou, aperfeiçoa os seus sons nos teritórios electrónicos e da-nos um puro deleite musical.

terça-feira, 7 de abril de 2009

O que se vê em Marte #38

The Cinematic Orchestra @ Aula Magna



Foi uma Aula Magna quente e repleta de gente que recebeu a banda inglesa que tem uma mistura de sons essencialmente focados no jazz e na electrónica.
O que mais me impressionou no concerto foi ver que a banda, apesar de ter muitos elementos, toca muito bem e, esses mesmos elementos articulam-se na perfeição uns com os outros.
Nota negativa para os intervenientes de voz, que não sendo os originais não conseguiram imprimir um caracter às musicas da banda que são acompanhadas com letra.
De resto, um excelente concerto.

quarta-feira, 4 de março de 2009

O que se ouve em Marte#18

Algumas coisas que ando a ouvir...

Empire of The Sun - Walking on a Dream - O Pop Australiano



O primeiro avanço do novo álbum dos Depeche Mode - Sounds of Universe não podia ser melhor. Fantástico! Wrong é musculado e electronico quanto baste. (Apesar do playback!)



Os anos 80 estão definitivamente na moda e Ladytron está aqui a prová-lo!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

mini-post#11

Impressões.
Ouço Radiohead agora. Mas passei o dia a ouvir o novo dos Franz Ferdinand que acho bestial. Apesar de ser revivalista. É electrónico e ritmado, cheio de novidade, apesar do tal revivalismo.
Os dias passam melhor com Sol, a disposição é outra e a vontade também.


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

O que se vê em Marte #34

Ontem fui ver os Mogwai à Aula Magna. E fiquei mais ou menos sem palavras. Deixo um vídeo.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Parabéns!!

A minha amiga I faz hoje anos! Parabéns!
E para celebrar o seu aniversário nada melhor do que lhe dar uma prenda digital, blogueira, jazzistica. Espero que gostes. Tu gostas de Jazz e eu gosto de Art Blakey, que tal a combinação, resulta? :)


terça-feira, 27 de janeiro de 2009

O que se ouve em Marte #17

O primeiro avanço para o novo álbum dos Animal Colective - Merriweather Post Pavilion, chama-se My Girls. Tem tantas vozes críticas como o contrário, como devem calcular eu posiciono-me pelo contrário. Adoro.




The lyrics focus on the body, basic human connection, the need to take care of oneself, the puzzle of existence. Where the churning electronic sound, with its fizzes and echoes and underwater cast, brings to mind altered states and the confusing gap between the familiar and the strange, the words seem like a running commentary on the essential mystery of being alive. Animal Collective don't tell stories, and their music rarely has characters; there's little clever wordplay and fewer money lines you'll repeat later on. Rather, the words reinforce the sense of vulnerability that cuts through the music, and wind up being an essential component on an album that oozes confidence from every pore. Pitchforkmedia

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Um vídeo por dia #17



O Instrumento chama-se Hang e é feito à mão. Chamou a minha atenção, surpreendeu-me.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

O que se ouve em Marte #16



Antony & The Johnsons - The Crying Light


Ao terceiro álbum de originais creio que Antony não se confirma, uma vez que é um de raros artistas que não precisa de confirmação; todas as suas obras são uma espécie de afirmação de um "eu" distante dos demais, de um way of living muito próprio. E quem gosta ouve, absorve e encanta-se. Quem não gosta não precisa de penetrar neste mundo etéreo, onde a música se faz urgente numa espécie de chamada, onde Antony Hegarty se afirma a si próprio. Talvez seja mais importante para ele mostrar como vê o mundo e nós que o ouvimos aceitarmos, do que o contrário. E o mundo de Antony Hegarty é melancólico, sincero, crú e no fim, o essencial, extremamente musical.
Agora ouço The Crying Light, um álbum atmosférico e cheio, cheio, cheio.
A propósito da capa do álbum(imagem em cima), uma fotografia do bailarino Kazuo Ohno, Antony diz: "The Crying Light is dedicated to the great dancer Kazuo Ohno. In performance I watched him cast a circle of light upon the stage, and step into that circle, and reveal the dreams and reveries of his heart. He seemed to dance in the eye of something mysterious and creative; with every gesture he embodied the child and the feminine divine. He's kind of like my art parent."

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

O que se ouve em Marte#15

Considerada para alguns a melhor música de 2008. Eu acho-a absolutamente fantástica, ainda há quem consiga inovar na música, fica aqui Sebastien Tellier com La Ritournelle.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

O que se vê em Marte #31



Gotan Project @ Campo Pequeno
Os bilhetes esgotaram rapidamente, para enorme tristeza minha, que geralmente costumo estar atenta às lides musicais. Não consegui nos dias que se anteciparam accionar nenhum contacto que me arranjasse um lugar no Campo Pequeno, não consegui bilhetes de última hora. Nada. Que tristeza não ver o tão anunciado último concerto de Gotan Project em Portugal, última digressão de sempre (não sei as motivações da banda, mas parece-me que não será a última digressão).

Uma hora antes do concerto ainda tentava arranjar bilhetes, mas sem sucesso. Mas nestas coisas é mais facil os contactos accionarem-se por si próprios do que nós a eles, e foi assim que fui ao concerto de Gotan Project. Recebi uma mensagem inesperada: "Queres vir ao Concerto? Despacha-te estamos no Campo Pequeno".

Ora bem, Os GP eram uma das minhas grandes falhas no que diz respeito a bandas ao vivo, pelo que perder esta oportunidade seria "a big mistake". Tenho obviamente uma postura muito céptica em relação a esta banda, por um motivo muito simples, depois da explosão do Tango Electrónico decidi que não poderia ficar por aqui e naturalmente o GP não são únicos. E este género musical despertou o meu interesse. Na Argentina e na América do Sul em geral, proliferam os projectos de Tango Electrónico, alguns superiores em qualidade e mais honestos na sua mensagem. Não chamo desonestos aos GP, apenas há quem seja mais genuíno na junção do Tango e da Música Electrónica, o que parece estar absolutamente na moda no lado de lá do Atlântico. Os GP são a face comercial deste novo ritmo, desta nova tendência. Gostaria de ver em Portugal projectos como ElectroTango, Tanguetto ou os Bajofondo Tango Club. Bandas que gozam de um enorme sucesso na Argentina e arredores, e não tanto na Europa. Ao contrário dos GP verdadeiramente rostos de sucesso no Velho Continente, talvez por estarem sediados em França. Sendo muito criticados do lado de lá do Atlântico.

Quanto ao concerto, tenho a dizer que foi limpo, profissional, com todos os ingredientes que tanto o Tango, como a música electrónica pedem. Teve ritmo e, principalmente, teve um alinhamento que respeita a relação que a banda construíu com o seu público. Quero com isto dizer, que os Gotan Project não vieram tocar o álbum novo, mas o seu reportório, não esquecendo os alicerces sobre os quais construiram a sua reputação. Tocaram "Queremos Paz" (abertura do espetáculo), "Vuelvo al Sur", "Una Música Brutal", e a música mais forte do álbum novo "Diferente".

Mas nada surpreendeu e é disso que uma pessoa que tem uma postura crítica em relação à música pede. Hoje em dia é díficil fazer diferente, é difícil surpreender os cépticos. É isso que peço, que me surpreendam.

Ainda assim, digo, foi um concerto brutal, tal como a música.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

O que se vê em Marte #30



Sigur Ros @ Campo Pequeno


É difícil para mim ir à procura de palavras que me ajudem a descrever o que esta banda me provoca. Tinha uma enorme vontade de ver os Sigur Ros em 2008, um ano cheio de concertos (em Dezembro faço uma lista), não só porque sabia que ia ser um dos melhores, com o maior impacto em mim, como porque o momento é de ouvir Sigur Ros, o que quer que isso signifique (na verdade, qualquer momento é propício para ouvir A banda).

O Campo Pequeno foi uma boa escolha para o concerto, é uma sala diferente do Coliseu, onde ultimamente tenho ouvido concertos com mau som. Ainda assim não sei se o Coliseu não terá mais "onda" para receber os SR.

O concerto foi irrepreensível. Não há muito mais palavras que o possam descrever, faltaram as minhas músicas preferidas, mas com alguns álbuns na sua carreira não podem tocar tudo e isso compreendo. Gostei do alinhamento, muito coerente, muito orgânico. Gostei como começou, arrepiante, e como acabou, igualmente arrepiante.

O problema do concerto foi o público. O público de Sigur Ros vulgarizou-se, pelo que não entendem que se deve respeitar a banda até ao último acorde, até ao último suspiro de Jónsi Birgisson apenas no silêncio. As palmas são uma demonstração de apreço por uma banda, reconhecimento, mas neste caso acredito que as palmas são desnecessárias nos momentos exactos em que é mais importante ouvirmos o que os Sigur Rós têm para nos "dizer", porquê interromper com palmas?

Vi muitas pessoas neste concerto com uma postura completamente descontextualizada, dançavam e batiam palmas como se estivessem num concerto de Bob Sinclair, obviamente que cada um tem a postura que entende, mas a meu ver e não só, é uma postura que não cola com a música desta banda nem com um público que os acompanha desde sempre.

Um dos concertos da minha vida? Sem dúvida. E quero vê-los mais. E ouvi-los mais.

Foto: Blitz.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

O que se vê em Marte #29 (dose quadrupla)

Com o fim da silly season (finalmente!) chegam os programas mui culturais, dos quais queria dar conta no blogue mas não tenho tido tempo. É engraçado que o tempo é uma constante presente, é uma pertença maleável; mas ultimamente tenho tido alguma dificuldade em malear o tempo à minha medida.



Doc Lisboa 2008 @ Culturgest e afins...

Como já vem sendo hábito, em Outubro o Mundo Inteiro cabe em Lisboa, este ano não tive disponibilidade para me dedicar ao Doc como habitualmente, vi essencialmente documentários sobre fotografia (Robert Frank, Conversations in Vermont & Raymond Depardon, Les Années Déclic) e um fabuloso documentário português sobre um movimento artístico de nome Homeostética, deixo-vos a sinopse: "Documentário sobre o movimento Homeostética, que surgiu em Lisboa nos anos 80 e foi constituído pelos artistas Fernando Brito, Ivo, Pedro Portugal, Pedro Proença, Manuel João Vieira e Xana. Utilizando o humor como estratégia de demarcação crítica, a Homeostética manteve sempre uma posição marginal de fortes influências Dadaistas e desenvolveu uma intensa produção que resultou em exposições, textos, manifestos, filmes, concertos e outras performances colectivas. Discretos nas suas realizações e desprezando olimpicamente a sua própria glorificação, os homeostéticos perderam em visibilidade externa o que vieram a ganhar em modo de existência. Para eles o sentido da vida encontrava-se na criação artística e a criação artística, por sua vez, permitia-lhes inventar novas possibilidades de vida."



Roisin Murphy @ Coliseu dos Recreios





Depois da toada explosiva no Optimus Alive em Julho passado, esperava um pouco mais deste concerto. Estou em crer que só ouvi realmente 3 músicas com atenção, uma vez que passei o resto do concerto a conversar. O ambiente convidou-nos. O resto da noite foi dada ao insólito, mas isso será tema para outros posts.



Bernardo Sassetti @ Jardim de Inverno São Luiz



Este sábado fui ver o Bernardo Sassetti ao São Luiz e foi uma experiência única. Ouvi o concerto de olhos fechados e apenas ouvi. Foi muito bom.


E para terminar uma semana cultural...



Porque não Paris?
Porque todos estremecemos perante momentos decisivos.
E agora porque não Lisboa? Afinal Lisboa mexe ao ritmo da Cultura e vou atrás porque sou apaixonada...

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

O que se ouve em Marte #14





Thievery Corporation - Radio Retaliation


Um álbum dos Thievery é sempre aguardado com expectativa, não só porque são uma das minhas bandas de eleição, mas também pelo estatuto que adquiriram no meio onde se movem musicalmente. A inovação e fusão de sonoridades são conceitos que os identificam.

Este álbum, Radio Retaliation, não me desiludiu, mas também não me surpreendeu, pelo que o ouço com o prazer que ouço um álbum desta banda. Aguardo com expectativa o concerto no Coliseu no próximo dia 19.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

O que se vê em Marte #26




Madonna @ Parque da Bela Vista






Ir a um concerto da tão aclamada Rainha da Pop não é a mesma coisa do que ir a um outro concerto de qualquer outro artista. É ver um espetaculo daquela que será provavelmente a artista mais bem sucedida de todos os tempos. Penso que a Madonna é muito mais do que a música que faz, muito mais do que a imagem que tem. Há todo um conceito que emerge de sua fabulosa figura e os pormenores estão lá todos para os mais atentos retirarem o significado.

O que me interessa na Madonna é muito mais que a música que faz, que provavelmente na boca de uma outra qualquer não teria tanto interesse. Interessa-me tudo o que ela constrói à volta do que tem. E como tal, apesar de partilhar a Madonna com mais 74,999 pessoas, umas mal dispostas por causa da falta de visibilidade, foi um bom concerto e diverti-me à brava!

terça-feira, 9 de setembro de 2008

...de se escrever #6

Quando pousei o pé na rua, depois de uma manhã de pouca paciência, pensava em pulsações & vibrações. Sinto o pulsar dos momentos a cada rigoroso minuto, e, na verdade, gostaria de sentir mais, porque há sempre mais estímulos e mais para ver. A vibração, ela mesma, está directamente relacionada com esse pulsar, que tem um método e se alinha segundo o coração. Questionei-me o que faria com a minha hora de almoço e cheguei à conclusão que andar por aí seria uma boa solução.
Chegando ao Largo Conde Barão, poucos passos andados, entro na Farmácia. Costumo dizer que a Farmácia Açoreana (sita no lugar acima assinalado) tem mel. Mel porque sempre que lá entro encontro algum(a) colega de trabalho. Todos os dias por volta das 13h há o concerto ao piano, cada dia pertence a um pianista, o reportório é variado. Entrar ali, sentar-me e ouvir música numa farmácia tem qualquer coisa de cinematográfico e vibro...e sinto uma certa pulsação.
Há uma semana a pianista da Terça-Feira tocou a Banda Sonora do filme Amelie que já vale o que vale, ainda mais tocada dentro de uma farmácia centenária num piano branco, com gente a passar lá fora, cá dentro. Também tem qualquer coisa de burlesco, de fantástico.
Hoje observei-lhe os pés. Os sapatos de salto alto, com uma fivela dourada no centro, não condizem com a imagem que tenho desta pianista mid thirties de olhos azuis, que se destacam no imenso preto que pelos vistos é sua imagem de marca.
Os pés balançavam nos pedais do piano branco, ao ritmo das notas e da sua própria compenetração. E eu penso, que coisa fantástica ouvir uma pianada à hora do almoço dentro da farmácia.

O que se ouve (repetidamente) em Marte #12

The Last Shadow Puppets é o resultado da soma entre os Artic Monkeys e os Rascals, ou seja Alex Turner e Miles Kane. O género não é bem a minha praia (o meu mar é mais o mundo electrónico), mas digamos que quando me surpreendem, não consigo evitar. E apesar de ainda não ter ouvido o álbum completo, estas amostras são muito sumarentas.


Standing Next to Me


The Age of The Understatement


My Mistakes Were Made For You


Esta será uma boa aposta para os festivais de Verão do próximo ano.

domingo, 27 de julho de 2008

O que se vê em Marte #28




Kings of Convenience @ Cidadela de Cascais 24.07

"Ouvir os Kings of Convinience em disco ou vê-los ao vivo é a mesma coisa e outra completamente diferente ao mesmo tempo. O paradoxo apenas existe para quem ainda não assistiu a um concerto do duo norueguês (assumindo-se cartesianamente que já ouviu os seus dois álbuns, claro). Para quem esteve na Cidadela de Cascais, porém, a antonímia da ambivalência esvai-se assim que nasce. Porque foi o que aconteceu no sétimo concerto do Cool Jazz Fest; que está de volta este fim-de-semana. 


Ouviu-se a música suave que a calma das duas guitarras e a tranquilidade das vozes de Erlend Oye e Eirik Glambek transmitem ao longo de «Quiet Is the New Loud» e «Riot on an Empty Street» e, também, o tom ligeiramente mais mexido (pouco mais ligeiramente) do que será o terceiro álbum de originais. E essa suavidade nunca deixou de estar presente. Mas houve um contraponto. Da mesma forma que Glambek tem preponderância na condução das músicas, Oye domina as atenções no palco - e não é só a cabeleira ruiva que já se intromete com os óculos imagem de marca. 

«Cayman Islands», «Love Is No Big Truth» ou «I Don't Know What I Can Save You From» já tinham exibido a primeira tendência. O primeiro imprevisto trouxe a segunda. O bom humor é comum a ambos, mas a demora em chegar o capo para a guitarra lançou Oye para uma performance além da música. «Singing Softly to Me» foi obrigada a anteceder «Homesick», mas mudar o alinhamento na hora não foi algo que embaraçasse. Pelo contrário, foi tão-só um preliminar do improviso a que Glambek e Oye recorreram de forma assinalável, com o ruivo deles como centro.

Um «Corcovado» genuíno e outro surreal 


Mais três novas canções e os dois instrumentos de cordas passaram a quatro - e as aparições pontuais do piano deixariam também depois de ser a excepção. Às guitarras dos dois reis juntaram-se um contrabaixo e um violino como suporte e «Stay Out of Trouble» deu início ao primeiro show improvisado de mouth trumpet de Erlend Oye - agora o contraste vincado com as cordas, mas ainda apenas outro prenúncio. 

Nova série de novidades terminou abruptamente com a guitarra de Oye estragada tal foi o reconhecido entusiasmo de batuques que escaqueiraram o microfone. Novo (re)alinhamento, pois não havia outra guitarra e o trompete humano foi ganhando dimensão sonora e... coreográfica. Mas foi «I'd Rather Dance With You» que trouxe o melhor improviso, desta vez ao piano, quando a falta de segunda guitarra já tinha deixado o plano das inconveniências. 

A grande surpresa de Eirik Glambek ficou guardada para o encore. Sozinho, mesmo que não o tenha ficado muito tempo - voltou ao palco para ter o som da sua guitarra como único acompanhamento da voz com que cantou em português «Corcovado» de Tom Jobim. E nem a aparição de Oye para o seu encore (não com o inglês da versão de Sinatra, mas com um último improviso que entrou no surreal poético) chegou para interromper a suavidade de novo depositada na forma última de «Misread»."


In Diário Digital

terça-feira, 22 de julho de 2008

O que se vê em Marte #27

Para quem gosta de aproveitar a so called silly season sem ser na praia, há vários programas citadinos como opção. 

Sendo que temos o CCB Fora de Si, o Jazz no Rossio, o Pleno Out Jazz, ou mesmo o Jazz na Gulbenkian (que só começa em Agosto). Sigam os links para ver as respectivas programações. 

Este Domingo decidi ir ao Anfiteatro Keil do Amaral ouvir  Jazz sentada num puff. Acho que não havia melhor programa para relaxar. E recomendo vivamente!