Algumas coisas que ando a ouvir...
Empire of The Sun - Walking on a Dream - O Pop Australiano
O primeiro avanço do novo álbum dos Depeche Mode - Sounds of Universe não podia ser melhor. Fantástico! Wrong é musculado e electronico quanto baste. (Apesar do playback!)
Os anos 80 estão definitivamente na moda e Ladytron está aqui a prová-lo!
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quarta-feira, 4 de março de 2009
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
O que se vê em Marte #34
Ontem fui ver os Mogwai à Aula Magna. E fiquei mais ou menos sem palavras. Deixo um vídeo.
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terça-feira, 27 de janeiro de 2009
O que se ouve em Marte #17
O primeiro avanço para o novo álbum dos Animal Colective - Merriweather Post Pavilion, chama-se My Girls. Tem tantas vozes críticas como o contrário, como devem calcular eu posiciono-me pelo contrário. Adoro.
The lyrics focus on the body, basic human connection, the need to take care of oneself, the puzzle of existence. Where the churning electronic sound, with its fizzes and echoes and underwater cast, brings to mind altered states and the confusing gap between the familiar and the strange, the words seem like a running commentary on the essential mystery of being alive. Animal Collective don't tell stories, and their music rarely has characters; there's little clever wordplay and fewer money lines you'll repeat later on. Rather, the words reinforce the sense of vulnerability that cuts through the music, and wind up being an essential component on an album that oozes confidence from every pore. Pitchforkmedia
The lyrics focus on the body, basic human connection, the need to take care of oneself, the puzzle of existence. Where the churning electronic sound, with its fizzes and echoes and underwater cast, brings to mind altered states and the confusing gap between the familiar and the strange, the words seem like a running commentary on the essential mystery of being alive. Animal Collective don't tell stories, and their music rarely has characters; there's little clever wordplay and fewer money lines you'll repeat later on. Rather, the words reinforce the sense of vulnerability that cuts through the music, and wind up being an essential component on an album that oozes confidence from every pore. Pitchforkmedia
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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
O que se ouve em Marte#15
Considerada para alguns a melhor música de 2008. Eu acho-a absolutamente fantástica, ainda há quem consiga inovar na música, fica aqui Sebastien Tellier com La Ritournelle.
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quinta-feira, 8 de maio de 2008
O que se vê em Marte #20
Masurca Fogo - Pina Bausch @ CCB 7.05.
Este espectáculo foi criado há exactamente 10 anos em e para Lisboa. Não sei muito sobre a sua história, para além disto. Foi também utilizado no filme Habla con Ella de Pedro Almodovar.
O filme diz com o ínicio e o fim do espectáculo, ou seja ficam bem. Da mesma forma que diz com Lisboa. Os contrastes, o fado, com Alfredo Marceneiro e Amália e o jazz com KD Lang. Até tem para o ouvido mais incauto uma fantástica versão de Kraftwerk - The Model.
A dança contemporânea parece-me sempre como um motor de busca, onde podemos encontrar definições soltas, de interpretação livre do mundo moderno.
Como qualquer outra expressão artística vejo a dança como mais interventiva e aberta a livres
definições.
Gostei de Masurca Fogo, não só porque gosto de Dança, mas porque gosto de Lisboa e de cinema e
música e tudo o resto.
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quarta-feira, 9 de abril de 2008
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Um vídeo por dia...#13
Era esta música dos Smiths que eu falava...
Stop me stop me oh stop, stop if you think you've heard this one before...
Esta música é de 1987, enjoy!
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