Mostrar mensagens com a etiqueta Dança. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Dança. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 8 de maio de 2008

O que se vê em Marte #20




Masurca Fogo - Pina Bausch @ CCB 7.05.

Este espectáculo foi criado há exactamente 10 anos em e para Lisboa. Não sei muito sobre a sua história, para além disto. Foi também utilizado no filme Habla con Ella de Pedro Almodovar.

O filme diz com o ínicio e o fim do espectáculo, ou seja ficam bem. Da mesma forma que diz com Lisboa. Os contrastes, o fado, com Alfredo Marceneiro e Amália e o jazz com KD Lang. Até tem para o ouvido mais incauto uma fantástica versão de Kraftwerk - The Model.

A dança contemporânea parece-me sempre como um motor de busca, onde podemos encontrar definições soltas, de interpretação livre do mundo moderno. 
Como qualquer outra expressão artística vejo a dança como mais interventiva e aberta a livres 
definições.
Gostei de Masurca Fogo, não só porque gosto de Dança, mas porque gosto de Lisboa e de cinema e 
música e tudo o resto. 

domingo, 13 de abril de 2008

O que se vê em Marte #15




Esta tarde fui ao Teatro Camões ver a Companhia Nacional de Bailado.
Vi Front Line, Lento para Quarteto de Cordas e a aguardada Cantata que é simplesmente fantástica.
Uma primeira parte intíma e intensa e uma segunda igualmente intensa mas mais explosiva. Saí sem palavras.

sábado, 27 de outubro de 2007

O que se vê em Marte #5 - «Hiatos Contemporâneos»

MALGRÉ NOUS, NOUS ÉTIONS LÁ, foi o meu "hiato contemporâneo" ontem, provavelmente entre as 9 e as 10 de uma forma mais intensa e, posteriormente, até à 1 da manhã pairando ideias na minha cabeça.
Não sei intelectualizar sobre o que vi, tão pouco pretendo.
Surgiram-me palavras como...
Orgânico.
Intimidade.
Fusão.
Corpo.
Palavras.
Música.
Mais tarde, no Bairro Alto, as pessoas quase que dançavam.
"A FORMA SEM IDEIA NÃO MUDA, ENVELHECE."
Gonçalo M. Tavares