quinta-feira, 27 de dezembro de 2007




A morte está tão presente em nós quanto a vida, talvez um pouco escondida em formato tabu, dado a dor que causa, em oposição à miscelânea de sentimentos que sugere a vida.
Não sei se se aprende a lidar com a morte dos nossos, ou se a deve esperar-se para que o impacto não seja tão grande. Será isso possível, preparar-nos para a morte? Podemos passar o tempo todo a iludir-nos, mas certamente o momento tem sempre um impacto de uma brutalidade inesperada.
A morte angustia-me. E penso nela como penso na dor que me causou e vai causar. Mas não podemos contestar qualquer coisa que é inegável na vida: a morte, nossa e dos outros.
Esta época é essencialmente triste e sucintamente hipócrita. E é por isso que penso na morte.



4 comentários:

Mo disse...

a morte não é hipocrita, n finje :D

n tenho medo da morte, sabendo os meus filhos "grandes" espero morrer sem chegar a velha

Mo disse...

finge LOL

Mónica disse...

já está :D

Spitfire disse...

Não se aprende a reagir, mas quem não reage já está "morto".