quarta-feira, 4 de março de 2009
O que se ouve em Marte#18
Empire of The Sun - Walking on a Dream - O Pop Australiano
O primeiro avanço do novo álbum dos Depeche Mode - Sounds of Universe não podia ser melhor. Fantástico! Wrong é musculado e electronico quanto baste. (Apesar do playback!)
Os anos 80 estão definitivamente na moda e Ladytron está aqui a prová-lo!
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Banksy - Um cidadão do Mundo

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
O que se vê em Marte #37

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
mini-post#11
Ouço Radiohead agora. Mas passei o dia a ouvir o novo dos Franz Ferdinand que acho bestial. Apesar de ser revivalista. É electrónico e ritmado, cheio de novidade, apesar do tal revivalismo.
Os dias passam melhor com Sol, a disposição é outra e a vontade também.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
O que se vê em Marte #35

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
O que se vê em Marte #34
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
As Pessoas
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
O que se vê em Marte #33

O primeiro apontamento que me ocorre sobre este filme é que nos vence pelo cansaço. Foi tão divulgado, é tão supostamente oscarizavel que qualquer um de nós parece pecador por não o ter visto ainda.
Cedi.
O segundo apontamento é que não gostei deste filme.
O conto de Scott Fitzgerald deve ser fantástico, original, bem escrito. Já li o Grande Gatsby, pelo que não dúvido. Isto para dizer que me agrada a ideia original. Mas esta adaptação é fria, arrastada, sem brilho. Mantem uma linha demasiado superficial para o propósito. A dimensão humana está de tal ordem ausente do próprio filme que julgo ser essa a grande falha aqui. E mais, não me admira que apesar de ter várias nomeações para os Óscares, Brad Pitt não seja uma das escolhas da Academia. Tenho dito.
Para contrapôr...
Vicky Cristina Barcelona
Quem me conhece sabe que sou há muito fã de Woody Allen, apesar dos últimos filmes, com excepção do sempre mencionado Match Point, serem um pouco mais fracos.
O excepcional em Woody Allen é ele estar sempre presente nos filmes; e haver, das mais variadas formas, um elemento de contemporaneidade absoluta e constante; elemento esse que nos leva a identificar-nos com a sua obra; eu pelo menos.
Vicky Cristina Barcelona leva-me a duas primeiras conclusões muito a quente. Scarlett Johansson fica tão bem com Woody Allen! E Espanha foi tão bem captada pelo realizador.
A trama segue uma linha curiosa de descoberta de nós próprios quando ansiosos por novas realidades vamos dar a um mesmo sítio, a nós. E Barcelona e Javier Bardem e Penélope Cruz "latinizam" o filme, digamos talvez que o "Europeízam", e isso traz tanto de estético quanto de conceptual.
Gostei bastante deste filme.
Parabéns!!
E para celebrar o seu aniversário nada melhor do que lhe dar uma prenda digital, blogueira, jazzistica. Espero que gostes. Tu gostas de Jazz e eu gosto de Art Blakey, que tal a combinação, resulta? :)
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
O que se ouve em Marte #17
The lyrics focus on the body, basic human connection, the need to take care of oneself, the puzzle of existence. Where the churning electronic sound, with its fizzes and echoes and underwater cast, brings to mind altered states and the confusing gap between the familiar and the strange, the words seem like a running commentary on the essential mystery of being alive. Animal Collective don't tell stories, and their music rarely has characters; there's little clever wordplay and fewer money lines you'll repeat later on. Rather, the words reinforce the sense of vulnerability that cuts through the music, and wind up being an essential component on an album that oozes confidence from every pore. Pitchforkmedia
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
...de se escrever #9
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
O que se ouviu e viu em Marte em 2008
Melhor álbum de 2008: Portishead - Third. É surpreendente esta minha escolha, de facto. A primeira vez que ouvi Third tive uma violenta reacção de repulsa, mas fui voltando a ele. E todos os dias ouvi mais um bocadinho até conhecer este álbum de trás para a frente.
Tantos anos de expectativa não ajudaram, configurava um álbum dentro do simbolismo do trip-hop e surgiu outra coisa. Despidos os pré-conceitos mapeei a nova música dos Portishead e surpreendi-me. E por dar tanta luta, por ter voltado a ele e continuar a apreciá-lo este foi o melhor álbum de 2008 em Marte.
Melhor concerto de 2008: O ano que passou foi rico e cheio de bons concertos. É complicado escolher um, aquele que se destacou, até porque foi um ano em que vi concertos que queria muito ver: Portishead, Cat Power, Feist, Kings of Convenience, Chemical Brothers, Franz Ferdinand, Madonna, Thievery Corporation, Sigur Ros, Gotan Project (para citar alguns exemplos). Mas, não querendo ser injusta para com todos os outros, aquele que se destaca foi o concerto de Leonard Cohen. Tal como na altura disse, foi sublime. Nunca tinha ouvido um som tão limpo, tão perfeito e uma voz tão única. O Melhor.
Melhor série de 2008: Apesar de nunca ter revelado por estas bandas, sou uma grande consumidora de séries e como tal posso aqui destacar entre as várias que vi em 2008, a melhor: Mad Men! Se cá existe o Conta-me Como Foi, nos Estados Unidos, numa escala obviamente diferente há o Mad Men. A trama gira à volta do mundo da publicidade na América dos anos 60. E mais não digo. Aguardo ansiosamente a terceira série.
Melhor filme de 2008: Território mais complexo o do cinema, neste momento ocorre-me apenas um filme e chama-se Juno.
E agora tenho que pensar no melhor livro que li em 2008. Ups...hard task!
Um vídeo por dia #17
O Instrumento chama-se Hang e é feito à mão. Chamou a minha atenção, surpreendeu-me.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
O que se ouve em Marte #16

terça-feira, 13 de janeiro de 2009
O que se vê em Marte #32
«A"Valsa com Bashir" é um dificílimo exercício na corda bamba que se desequilibra a espaços mas que ganha tensão à medida que as viagens e as conversas de Folman vão descobrindo até onde a sua memória foi reprimida, para nos deixar, no final, a fazer a pergunta que o próprio realizador se deve ter feito às tantas: como foi possível ter esquecido? O mais duro não é que Folman faça a pergunta: é a resposta que lhe dá.» Jorge Mourinha in Público
A estética do filme aliada à dura história que é retratada foi a combinação que mais me impressionou.

